Congresso ABRALIC 2020 – “PAISAGENS BENJAMINIANAS”

Detalhes do evento

17 de setembro de 2020

Às 14h

Cinara Ferreira (UFRGS)

tiny.cc/ABRALIC

Congresso ABRALIC 2020 – “PAISAGENS BENJAMINIANAS”

Com apoio do CDEA, será promovido, a mesa-redonda: PAISAGENS BENJAMINIANAS, que faz parte do Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada 2020.

CUADROS DE VIAJE Y ETNOGRAFÍAS URBANAS EN WALTER BENJAMIN Y SIEGFRIED KRACAUER
Miguel Vedda (Universidad Buenos Aires)

Nos ocuparemos de examinar las metodologías de análisis de la gran ciudad desarrolladas por ambos autores, extrayendo elementos de los análisis desarrollados por Kracauer en El ornamento de la masa, Los empleados y Calles en Berlín y en otros lugares; y por Benjamin en “Crónica de Berlín”, Infancia en Berlín hacia 1900 y el proyecto de La obra de los pasajes. Una serie de conceptos e ideas introducidos por ambos pensadores tales como los de dispersión, porosidad, penetración , embriaguez permite desplegar una fenomenología de la ciudad en cuanto escenario, a la vez, de la alienación y la utopía. Hablaremos sobre la relevancia histórica y la actualidad de estos conceptos, destacando al mismo tiempo la presencia de una visión de los ámbitos urbanos que excede la caracterización fenomenológica de las grandes urbes y que desciende hasta una dimensión ontológica.

Miguel Vedda es doctor en Letras por la Facultad de Filosofía y Letras de la UBA, profesor titular plenario de la cátedra de Literatura Alemana (UBA) e investigador principal del CONICET. Director de la Sección de Literaturas en Lenguas Extranjeras de la UBA. Miembro del “Berliner Institut für kritische Theorie” (InkriT, Berlín, Alemania), de la Academia de Ciencias de Hungría (Magyar Tudományos Akadémia) y de la “Internationale Georg-Lukács-Gesellschaft”. Integrante del consejo de redacción de la revista Herramienta. Entre sus libros recientes se encuentran La irrealidad de la desesperación. Estudios sobre Siegfried Kracauer y Walter Benjamin (2011), Placeres de la melancolía. Reflexiones sobre literatura y tristeza (2014, con Martín Ciordia), Lukács: Estética e Ontologia (2014, con Ester Vaisman), Arte e Sociedade (2014, con Ester Vaisman), Leer a Goethe (2015), Walter Benjamin. Experiência histórica e imagens dialéticas (2015). Ha traducido y editado obras de Goethe (Fausto), Marx (Manuscritos económico-filosóficos de 1844), Kafka (El proceso, El desaparecido), Lukács (Táctica y ética; Lenin. Estudio sobre la coherencia de su pensamiento; Ontología del ser social; Acerca de la pobreza de espíritu y otros escritos de juventud) y Kracauer (Los empleados, Ginster), Adorno, entre otros autores.

TRAVESSIAS DO OPACO — CRÍTICA FILOSÓFICA DA RACIONALIDADE IDOLÁTRICA EM WALTER BENJAMIN
Ricardo Timm de Sousa (PUCRS)

BENJAMIN: TRADUZIR A UTOPIA, TRADUZIR A HISTÓRIA
Helano Jader Ribeiro (UFPB)

O messianismo é uma utopia do judaísmo? Esses três termos se apresentam quase como um pleonasmo, a tal ponto que poderíamos argumentar que a utopia é uma invenção judaica. Henri Meschonnic, no seu livro, L’utopie du juive, articula a tradição judaica e a alegoria, ao aproximar Walter Benjamin e Franz Kafka, no seu texto “L’allégorie chez Walter Benjamin, une aventure juive”, a partir de uma ideia que eles mesmos gesticulam: a parábola como imagem da impossibilidade de acesso ao sentido. Não somente a parábola, mas também a alegoria e a tradução se revelam à luz de uma poética da possibilidade do impossível. De um lado, alegoria e tradução incorporam a subjetividade da constituição da inacessibilidade do sentido, de outro, apontam de modo pungente para a historicidade do mundo e a linguagem como Medium da experiência. A alegoria é barroca, porque ela também é a forma do inacabamento, da precariedade e da barbárie da história. Assim, as teorias da alegoria e da tradução de Walter Benjamin se expõem nesse por-vir anacrônico e utópico: uma experiência do inexperienciável, ou melhor, um experimentum linguae, uma aventura judaica da linguagem enquanto Medium da história.

Helano Jader Ribeiro possui doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina em Teoria da Literatura. Trabalhou de 2006 a 2008 como Professor Leitor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira na Universität zu Köln (Alemanha). Desenvolve trabalhos de literatura e teoria crítica dentro das temáticas: literatura e ética, literatura e imagem, otobiografias e otoficções, tradução e messianismo em Walter Benjamin, assim como a investigação crítica de arte e literatura de imigrantes, refugiados e apátridas. Publicou traduções de textos de autores de línguas alemã e francesa, tais como, Walter Benjamin, Carl Einstein e Georges Didi-Huberman. Trabalha como Professor Adjunto de Língua Alemã na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), onde atua no Programa de Pós-Graduação em Letras. É editor-chefe das revistas Linguagem & Ensino (Qualis A1) e Contingentia. É líder do Grupo de Pesquisa do CNPq Walter Benjamin: fantasma, imago, espectro.

Link para a live: tiny.cc/ABRALIC

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CERTIFICADO

Não é necessário realizar inscrição prévia, exceto quando o participante desejar receber certificado como ouvinte. Nesse caso, a taxa para emissão é de R$ 50, e o registro deve ser feito em https://abralic.org.br/inscricao/ouvinte/.

APOIADORES

Além do CDEA, o evento contará com o apoio das seguintes instituições: UFRGS, Pró-Reitoria de Pesquisa, Instituto de Letras, Programa de Pós-Graduação em Letras da UFRGS, Fapergs, CNPq e CAPES.

Mais informações no site https://abralic.org.br/.